segunda-feira, 8 de junho de 2009

Gestão da Comunicação

Sobre o post: http://www4.usp.br/index.php/sociedade/16812-grupo-da-eca-lanca-livros-sobre-gestao-da-comunicacao

A sociedade hoje é Organizacional e o processo de comunicação, no geral, tem servido a objetivos mais organizacionais que sociais. Isso é um fato.

Diante disso, o contraponto: A administração moderna, apesar de seu contexto histório organizacional, atualmente, diante de uma sociedade organizacional, traz em seu bojo preocupações sociais e procura se posicionar dentro desse contexto. Sendo, assim a comunicação, como ela deve ser? Ou como comunicar-se?

Se esse assunto interessa, acho que as obras sobre as quais o post diz respeito são indicadas.

terça-feira, 7 de abril de 2009

A Doutrina de Mamom e nossa Cidadania

Jesus deixou claro que o Reino de Deus "é chegado". Se é chegado, é, de alguma forma, pararelo ao "Reino dos Homens", que para efeitos desse post é definido como o "Sistema", ou seja, "A sociedade em que vivemos". Diante disso, senta que lá vem a pergunta: Se a lei que vigora no Reino de Deus é a Bíblia, que podemos dizer que é a doutrina de Deus, qual seria a lei que vigora no Reino dos Homens?

Resposta simples não serve para um assunto tão sério quanto esse, não estamos falando de um conjunto de leis que são simplesmente escritas em papel. Nós estamos cansados de saber que não é porque está no papel que lei é cumprida. Isso vale para os dois Reinos. A lei que é cumprida é aquela que está dentro do coração do homem. Ah, essa sim é cumprida! E sendo assim, a lei do Reino de Deus, estando ela no coração dos "cidadãos do Reino de Deus" ela é cumprida e até aí não tem dificuldade de compreesão porque todos sabem que somente os que tem as leis do Senhor no coração é que as cumpre. Mas, e no Reino dos Homens? Qual a lei que está dentro do coração dos que são cidadãos desse Reino? A resposta não é imediata, mas também não é tão filosófica e transcendental que não se possa compreender: é a Doutrina de Mamon.

A "Doutrina de Mamon" não é difícil de entender e é composta pelos seguintes 4 pilares: Individualismo, Pragmatismo, Hedonismo, e Utilitarismo.
Individualismo é o seguinte: "O importante sou eu e o contexto que estou inserido fica em segundo plano!". Exemplos de práticas individualista: "Eu estou de bem com Deus, meus irmãos... Ah, isso é problema deles"; "Eu estou bem no meu trabalho, minha empresa... Se a empresa tá bem o mal, isso pra mim é indiferente. Pagando meu salário é o que me importa." Acho que esses exemplos são fartos, dá pra parar por aqui. Agora outra perguntinha básica: O individualismo é comum dentro da igreja?
Pragmatismo: Também é fácil entender: Alguém pragmático é alguem que usa receitas de bolo que ele sabe que dá certo e então ele põe em prática as coisas desse jeito. Isso em sí não tem nada de mau, mas o problema aparece quando o pragmático não aceita outro jeito, outro esquema, outra forma de fazer as coisas. Em poucas palavras, o pramático quer que as coisas sejam do jeito dele. Será que tem isso nas nossas igrejas?
Hedonismo é a busca pelo prazer. Eu faço aquilo que satisfaz a mim, aquilo que eu gosto de fazer e isso, em detrimento daquilo que é necessário ser feito. Quem tem essa atitude é hedonista. Será que tem isso nas nossas igrejas? Não né, só na minha!(Risos)
Por último, Utilitarismo. Alquém assim é aquele que dá valor para coisas de acordo com a serventia, ou a utilidade que a coisa tem pra ele. Até aí não é um problema, mas o Utilitarismo entra para a Doutrina de Mamon quando essa atitude se é extendida para pessoas e dentro desse contexto, as pessoas passam a ter seu valor mensurado de acordo com a utilidade que elas tem. Será que tem isso nas nossas igrejas?

Eu fiquei perguntando se tem isso nas nossas igrejas porque a constatação é que tem deixando claro a Doutrina de Mamon entrou dentro das nossas igrejas e devemos combatéla em amor.

Não há como servidor a dois Senhores, ou ao Senhor dos Exércitos ou a Mamom. Ou nós somos extrangeiros e peregrinos nesse Reino dos Homens e carregamos a Leis de Deus em nossos corações ou somos extrangeiros e pelegrinos no Reino de Deus e carregamos a Lei ou Doutrina de Mamom em nosssos corações.

O problema maior é que nem sempre isso é óbvio de se detectar devido o elevado grau de subjetividade envolvida nos conceitos aqui tratados, embora tudo isso seja tão real quanto a media utilizada para ler esse post.

Somos cidadãos de qual dos dois Reinos?

Deus abençoe!!!
wagnerdocri@gmail.com

quarta-feira, 25 de março de 2009

Persistindo o estado do Richfaces panelMenuGroup com dojo e javascript

Persistindo o estado da Richfaces Group Menus

PROBLEMA: Quando a página entra página os menuItems ficam escondidos em seus grupos, entao o usuario clica no grupo de menu e entao os menuItems aparecem. Então o usuário clica em um dos menus e o jsf faz a nevegação para a página que a action do menu solicita. Quando a response do request chega de volta ao browser o menu aparece de novo porém os menuItems que estavam aberto agora estão escondidos de novo. Ou seja, ele sempre aparece do mesmo jeito. Portanto, o seu estado, ou seja, quais menuItems que eram visíveis e os que não eram, não fica guardado em lugar nenhum para que voltem a aparecer igualzinho no momento em que estava antes da requisição.

SOLUÇÃO: estou postando aqui uma alternativa. Talvêz nem seja a melhor, mas funciona. Para persistir o estado eu coloquei um inputHidden que guarda a propriedade css display do menuItem (que na verdade é um DIV).


Explicação detalhada:

Quando você coloca isso no JSP ou no seu XHTML ....

< label="GrupoDeMenus1">
< rich:panelMenuItem
id="menuItem1_DoGrupoDeMenu1"
label="menuItem1_Label"
action="SuporteSocial" < ! -- no meu caso, o jsf naveja para a pagina de suporte social -->
ajapxSingle="true" onclick="persistState()"/>

< rich:panelMenuItem id="menuItem_PercepcaoSaude"
label="Percepção Saúde"
action="PercepcaoSaude"
ajapxSingle="false" onclick="persistState()"/>
< /rich:panelMenuGroup>

o JSF renderiza isso como html para o browser...
< id="form:j_id22" class="dr-pmenu-top-group-div rich-pmenu-top-group-div">
< id="tablehideform:j_id22" class="dr-pmenu-top-group rich-pmenu-top-group rich-pmenu-group" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" style="">
<>
< id="row_form:j_id22" class="dr-pmenu-selected-item rich-pmenu-selected-element">
< class="dr-pmenu-nowrap rich-pmenu-group-self-icon">
< id="leftIconform:j_id22" width="16" vspace="0" hspace="0" height="16" alt=" " src="/reatreamentov2/a4j/g/3_3_0.GAorg.richfaces.renderkit.html.iconimages.PanelMenuIconSpacer/DATB/eAFjYGAAAAADAAE_">
< /td>
< id="iconform:j_id22" class="dr-pmenu-group-self-label rich-pmenu-group-self-label rich-pmenu-top-group-self-label" style="width: 100%;">
< /td>
< class="rich-pmenu-group-self-icon rich-pmenu-top-group-self-icon">
< /td>
< /tr>
< /tbody>
< /table>
< id="form:menuItem_SuporteSocial" style="">
< id="tablehideform:menuItem_SuporteSocial" class="dr-pmenu-item rich-pmenu-item" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" onclick="persistState()" style="">
<>
< id="row_form:menuItem_SuporteSocial" class="">
< class="dr-pmenu-nowrap rich-pmenu-item-icon">
< /td>
< id="iconform:menuItem_SuporteSocial" class="dr-pmenu-group-self-label rich-pmenu-item-label" style="width: 100%;">
< /td>
<>
< /td>
< /tr>
< /tbody>
< /table>
< /div>
< id="form:menuItem_PercepcaoSaude" style="">
< /div>
< id="form:menuItem_Comorbidades" style="">
< id="tablehideform:menuItem_Comorbidades" class="dr-pmenu-item rich-pmenu-item" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" onclick="persistState()" style="">
<>
< id="row_form:menuItem_Comorbidades" class="">
< class="dr-pmenu-nowrap rich-pmenu-item-icon">
< /td>
< id="iconform:menuItem_Comorbidades" class="dr-pmenu-group-self-label rich-pmenu-item-label" style="width: 100%;">
< /td>
<>
< /td>
< /tr>
< /tbody>
< /table>
< /div>
< id="form:menuItem_NumMedicamentos" style="">
< /div>
< id="form:menuItem_NumInternacoes" style="">
< /div>
< /div>



Com um pouco de paciência e como firebug você vai perceber que o menuItem, que agente quer guardar o estado dele ( ou seja, queremos que se ele estivesse aparecendo antes da requisição ele esteja aparecendo também depois que o response da requisição terminar) é simplemente os seguintes divs:


< id="form:menuItem_SuporteSocial" style="">
< id="tablehideform:menuItem_SuporteSocial" class="dr-pmenu-item rich-pmenu-item" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" onclick="persistState()" style="">
<>
< id="row_form:menuItem_SuporteSocial" class="">
< class="dr-pmenu-nowrap rich-pmenu-item-icon">
< width="16" vspace="0" hspace="0" height="16" alt=" " src="/reatreamentov2/a4j/g/3_3_0.GAorg.richfaces.renderkit.html.iconimages.PanelMenuIconSpacer/DATB/eAH7cW0fAAVVAo0_">
< id="leftIconform:menuItem_SuporteSocial" width="16" vspace="0" hspace="0" height="16" alt=" " src="/reatreamentov2/a4j/g/3_3_0.GAorg.richfaces.renderkit.html.iconimages.PanelMenuIconGrid/DATB/eAH7cW0fAAVVAo0_">
< /td>
< id="iconform:menuItem_SuporteSocial" class="dr-pmenu-group-self-label rich-pmenu-item-label" style="width: 100%;">
< /td>
<>
< /td>
< /tr>
< /tbody>
< /table>
< /div>
< id="form:menuItem_PercepcaoSaude" style="">
< id="tablehideform:menuItem_PercepcaoSaude" class="dr-pmenu-item rich-pmenu-item" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" onclick="persistState()" style="">
<>
< id="row_form:menuItem_PercepcaoSaude" class="">
< class="dr-pmenu-nowrap rich-pmenu-item-icon">
< /td>
< id="iconform:menuItem_PercepcaoSaude" class="dr-pmenu-group-self-label rich-pmenu-item-label" style="width: 100%;">
< /td>
<>
< /td>
< /tr>
< /tbody>
< /table>
< /div>

Então, controlando a propriedade css display desses divs, controlamos também o estado de visualização deles;
Então o que eu fiz foi somente, no momento do clique, ou seja, momento em que vai começar a requisição, foi "pegar" esses divs via javascript, verificar a propriedade css diplay e guardar como texto no inputHideen. Depois quando a página aparece de novo, eu leio o inputHiddem e aplico nos divs de novo para atualizar o estado atual como o anterior.


É só carregar o escript na sua página;

dojo.require("dojox.json.ref");
function alertToTest(){
alert("panelMenuStateSuport.js carregado com sucesso !!!");
}


function persistState(){
alert("Persistindo o estado do menu... function persistState(){...")
var InputHidden_menuStateJsonObject = dojo.byId("form:InputHidden_menuStateJsonObject");

//menuItemQueSeraoPersistidos e seus estatdos
var menuItem_SuporteSocial = dojo.byId("form:menuItem_SuporteSocial");
var menuItem_SuporteSocial_state = dojo.style(menuItem_SuporteSocial, "display");

var menuItem_PercepcaoSaude = dojo.byId("form:menuItem_PercepcaoSaude");
var menuItem_PercepcaoSaude_state = dojo.style(menuItem_PercepcaoSaude, "display");


//contruindo o objeto string a ser persistindo (antes de persistir)
var state = {
menuItem_SuporteSocial : menuItem_SuporteSocial_state,
menuItem_PercepcaoSaude : menuItem_PercepcaoSaude_state
};


var state_str = dojo.toJson(state);
dojo.attr(InputHidden_menuStateJsonObject, "value", state_str);

}


function updateMenuItemsWithThe_PersistedState(){
//alert("atualizando menu atraves do estado persistido da req anterior : function updateMenuItemsWithThe_PersistedState(){...");


//========================= recuperando estado...
var InputHidden_menuStateJsonObject = dojo.byId("form:InputHidden_menuStateJsonObject");
var state_JsonRecovered = InputHidden_menuStateJsonObject.value;
if (state_JsonRecovered == null){
return;
}//nao tem nenhum estado persistido nao temos que fazer nada em relacao a atualizar o menu
var state_ObjRecovered = dojo.fromJson(state_JsonRecovered);


//========================= aplicando, ou seja, atualizando o menu, com o estado recup...
var menuItem_SuporteSocial = dojo.byId("form:menuItem_SuporteSocial");
var menuItem_PercepcaoSaude = dojo.byId("form:menuItem_PercepcaoSaude");

dojo.style(menuItem_SuporteSocial, "display", state_ObjRecovered.menuItem_SuporteSocial);
dojo.style(menuItem_PercepcaoSaude, "display", state_ObjRecovered.menuItem_PercepcaoSaude);

}

Lembrando que o inputHidden tem que estar associado a algum field de um managedBean do jsf, Action do Struts ou alguma forma que viabilize devolver o valor dele com o response da request. No meu caso...
value="#{PanelMenuItemAction.statePersisted}"
id="InputHidden_menuStateJsonObject"/>


Bom, é isso. Tá muito direto, sem passo a passo sem estilo howto, mas se for o caso de interessar a alguem pode me enviar um email ou postar um comentário que eu detalho.
wagnerdocri@gmail.com
t+

sexta-feira, 13 de março de 2009

Qual a diferença entre Religião e Cristianismo?

Algúem pode dizer que, se olhar-mos um índice de um livro sobre religiões terá lá capítulos de Judaísmo, Induísmo entre outras e, no meio delas, Cristianismo. Daí pode-se concluir que cristianismo é uma religião sim, no meio de tantas outras.

Mas não estou tratando Religião aqui como um conceito centífico, mas sim, no seu sentido de que "são coisas que os homens fazem, as quais contituem um meio pelo qual o ser humano se resolve em suas questões espirituais".

Bom nesse sentido, ainda podemos perceber que todas as formas de crenças têm lá suas práticas religiosas o que as caracterizam como uma religião. Inclusive o Cristianismo. Isso também tá certo, mas em que, então, o Cristianismo difere da religião?

Senta que lá vem a resposta: É que, segundo o Cristianismo, não há nada que o homem possa fazer para aproximá-lo de Deus. Todas as coisas, e inclusive as próprias práticas religiosas cristãs, sem exceção, são simplesmente ineficazes de aproximar o homem de Deus.

Isso faz sentido quando percebemos que, no Cristianismo, é Deus que se aproxima do homem, em particular quando verificamos o quanto Ele fez para que isso fosse possível e viável.

Em resumo, no Cristianismo não é ser humano que se aproxima de Deus mas Deus quem se aproxima do ser humano.

Sendo assim, o quanto o ser humano está próximo de Deus não pode ser medido pela quantidade ou intensidade das práticas religiosas que ele faz, mas sim pelo quanto ele aceita que Deus se aproxime dele.

Aceitar! Éssa é a palavra chave do Cristianismo. Quantas vezes o Senhor procurou se aproximar de você, e você, por algum motivo, seja de tempo ou outro motivo qualquer, disse pra Ele: -- "Deixa pra depois.. agora não dá...".

Aceite a Jesus sempre. Não é uma vez só, é todas as vezes que Ele te procurar.

PS.:

Alguém pode estar se perguntando: as práticas religiosas perdem seu valor? não são mais necessárias ?

Essa é uma questão delicada, mas tem um ponto em comum: Elas não servem para aproximar ninguém de Deus, mas sim para por em prática alguns projetos que Deus para o ser humano. Por exemplo: A Igreja é um projeto de Deus, o quanto alguém está envolvido com a Igreja diz respeito ao quanto ela está envolvida em um dos projetos de Deus, cuja a Igreja, é o principal deles.

Deus abençoe!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

JVM 32 bits só pro eclipse, no linux amd64

Eu também acho. Se tem jvm pra 64 bits porque usar a de 32? Por dois motivos: o primeiro é que apesar do ubuntu 8.10 amd64 funcionar bem o java instalado pelo apt-get, quando tentamos baixar o da sun com um update mais atual aí não funciona de jeito nenhum. O outro motivo é que o eclipse 64 bits, mesmo com o java que instalado pelo apt-get também não estava funcionando e como preciso trabalhar resolvi rodar o de 32 bits com a jvm de 32 também.
Um outro motivo é pessoal, eu sempre quiz experimentar a distribuição yoxos mas ela só roda em 32 bits e até o momento eu não sabia fazer isso que estou postando e eu ficava na vontade.

É fácil:
1) baixar e descompactar o java 32 bits do site da sun
2) baixar o eclipse 32 bits que for de interesse do site do eclipse mesmo
3) criar um arquivo com extensão .sh com o seguinte conteúdo.

#!/bin/bash
PATH=/home/wagner/PROGSATIVOS/JDK/32bits/jdk1.6.0_11/bin:$PATH
echo $PATH
echo "AGORA ABRINDO O ECLIPSE..."
/home/wagner/DOWNLOADS/JAVA/IDES/32bits/eclipse-YOXOS-32BITS-linux-gtk-d29ad2cda9b5f20c9cbbecd1/eclipse

eu renomeei esse arquivo para "start_eclipse_32_Yoxos.sh"

4) na linha de comando, tornar esse arquivo executável: $ sudo chmod +x /diretorioemqueestaoarquivo/start_eclipse_32_Yoxos.sh
5) abrir o eclipse agora sempre dessa maneira $/diretorioemqueestaoarquivo/start_eclipse_32_Yoxos.sh

Não precisa fazer update-alternatives porque o eclipse 32 bits vai rodar em cima da jvm 32 bits, todos os outros programas vão utilizar a jvm 64 bits, inclusive o servidor. Isso até quando ficar bem resolvido a questão do 64 bits para o eclipse.

eu aprendi isso em:
http://dmartin.org/weblog/eclipse-on-ubuntu-linux-for-amd64
Uma idéia muito boa que ele teve.

t+

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

DataSource e PoolDeConexao com Glassfish







Você já tentou criar um pool de conexoes mysql na interface gráfica do glassfish?
Quando eu tentava fazer, eu levava o seguinte erro acima.

Pra resolver, é só não criar mais com a interface gráfica e sim no velho (mas não sei se bom) estilão jboss, ou seja, editar o xml que define os pools.

Esse xml é o domain.xml e fica no diretório de instação/glassfish/config.
Lembre: Fazer um backup antes de mexer é uma boa prática.


Então, no domain.xml terá lá uma tag chamada "resources" e dentro dela < jdbc-resource pool-name
e < jdbc-resource pool-name. É só brincar de siga o modelo pra configurar.

< !-- meu pool: mysql_cri_prod_rootPool -- >
< jdbc-connection-pool
datasource-classname="com.mysql.jdbc.jdbc2.optional.MysqlDataSource"
res-type="javax.sql.DataSource" name="mysql_cri_prod_rootPool" >
< name="URL" value="jdbc:mysql://localhost:3306/cri_prod">
< name="driverClass" value="com.mysql.jdbc.Driver">
< name="Password" value="suasenha">
< name="portNumber" value="3306">
< name="databaseName" value="cri_prod">
< name="User" value="root">
< name="serverName" value="localhost">
< /jdbc-connection-pool >
< name="mysql_cri_prod_rootPool" name="cri_prodDS">




Depois, reiniciar o servidor, entrar de novo na console de administração (http://localhost:4848) ir até o link JDBC -> Connection pool, selecionar o pool que foi configurado via xml, e clicar no botão "ping". No meu já deu pra ver a mensagem "ping suceeded" (ver imagem no inicio do post)




quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

...Gestão por processos

Como parte dos meus estudos, lí mais esse livro:
Gestão por processos : fundamentos, técnicas e modelos de implementação : foco no sistema de gestão de qualidade com base na ISO 9000:2000 / Saulo Barbará de Oliveira (organizador) - 2 ed. - Rio de Janeiro : Qualitymark, 2006.



Mas antes...
Bom livro! Mas se você quizer aprender "Gestão por processos" sem esse filtro da qualidade total, que é muito forte, por sinal nesta obra: leia o livro do Sordi. É fortemente recomendado. Esse além de um enfoque na TQM, não sei se é porque a grande maioria dos autores são engenheiro de produção, me pareceu que o texto tem uma "queda" por questões operacionais. Mas isso é pessoal.



Eis algumas notas de leitura que fiz.


I INTRUDUÇÃO: DE TAYLOR AOS NOSSOS DIAS
O autor dividiu esse assunto em 1, 2 e 3 geração.

A PRIMEIRA GERAÇÃO: Administração Científica
Taylor foi o pioneiro na abordagem da racionalização do trabalho, só que ele era muito mecanicista. Apresentou seu trabalho em 1903 e 1905 na American Society of Mechanical Engineers, como fruto de seus 12 anos de trabalho na Bethlehem Stell. Pelo nome do congresso já é possível deduzir que o foco de seus estudos foi a Engenharia da Produção, e de fato o foi. O trabalhador era considerado simplemente como mai suma peça. O trabalhador era motivado pela comissão de sua produtividade.
Fayol, seu contemporâneo simplesmente ampliou um pouco mais o escopo de estudo. Lembra do clássico PO3C? Planejar, Organizar, Coordenar, Commandar, Controlar? Foram 14 princípios: divisão do trabalho, autoridade e responsabilidade, unidade de comando, unidade de direção, disciplina, prevalência dos interesses gerais, remuneração, centralização, hierarquia, ordem, equidade, estabilidade dos funcionários, iniciativa e espírito de corpo.

A SEGUNDA GERAÇÃO: Teoria comportamental, ou Behaviourista
Percebeu-se depois que aspectos psicológicos do trabalhador eram tão importantes e eficazes para obter resultados que os citados por Taylor e Fayol. Autores desse momento: Simon, Argyris, McGregor e Likert.

É dentro desse contexto que o Modelo Japonês de administração surge, com enfoque na qualidade (TQC, KANBAN, CQC etc.) fazendo um "misto" e colhendo o que havia de melhor nas duas gerações.
Na sequencia, ainda dentro do contexto do Modelo Japonês, ocorreu um fenômeno interessante que foi o Keiretsu, que nada mais é do que um processo de terceirização, o qual, obviamente não nasceu da forma que o conhecemos hoje. Isso representou um relativo restrocesso ao "insight" de Taylor, conceito para dizer que a empresa deveria ter o controle de "todo" o processod e produção.
Dentro desse contexto, o conceito de qualidade ganha um nova dimensão, pois agora tem que abordar essa situação em que uma parte do processo produtivo não está mais sob o domínio da empresa detentora do produto final.
Ainda sobre o Modelo Japonês: O método de controle de qualidade de Taylor, baseado na "inspeção" não mais se aplicava a esse contexto. Surge a Inspeção por Amostragem e todo um trabalho que se segue com Edward Deming.
É no bojo desse contexto histórico da administração é que se fundamenta as certificações de qualidade que conhecemos hoje, ou seja, popular coceito de Qualidade Total. Não é por conincidência que os processos produtivos, administrativos e humandos estão sujeitos a auditoria como parâmetros de qualidade de um produto final e não só, aspectos intrínsicos e diretos do produto em sí.

II - GESTÃO ORGANIZACIONAL E ESTRATÉGICA DA QUALIDADE
O mais interessante desse capítulo é a evolução da administração da qualidade. No início do século XX, com Taylor, temos a "INSPEÇÃO". A partir de 1930, o "CONTROLE ESTÁTÍTISTICO DA QUALIDADE". Nos anos 50 e 60, "GARANTIA DA QUALIDADE" e nos anos 70 e 80 a "GESTÃO ESTRATÉGICA DA QUALIDADE".
Inspeção, era inspeção dos produtos finais mesmo. Controle estatístico, era tiragem de uma amostra estatísticamente representativa e inspeção dela. Agora, "garantia da qualidade" envolvia um passo de "planejamento da qualidade", um sistema de "Controle do processo" e na sequência um o "Controle de qualidade" nos moldes da Inspeção ou da Amostragem. Garantia da qualidade, grosseiramente falando, seria um PDCA da qualidade.
Nos dias de hoje, convivemos com o conceito de Gestão Estratégica da Qualidade, o qual envolve aspectos organizacionais ainda mais amplos. Mais amplos porque são aspectos estratégicos além do "PDCA da qualidade", mas da organização como um todo. Por isso o autor trata de conceitos como Missão, Visão , Valores etc.

Gestão Estratégica da Qualidade p.29
"Diz respeito a mais nova era de administração da qualidade"
Inspeção de Qualidade (início da produção em massa, início do séc XX)
Controle de Qualidade (A partir da déc 1930 - Estátística em Adm - Demig)
Garantia de Qualidade (anos 50 3 60)
Gestão Estratégica da Qualidade (anos 70 e 80)


III -SBCA (Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade)
O capítulo trata da forma pela qual está organizada toda a estrutura que viabiliza o processo de acreditação das organizações.
Interessante que, no Brasil, há também iniciativas que motivam e até de fomento aos trabalhos em Qualidade Total, por exmplo a Fundação Nacional de Qualidade (FNQ).
Muito interessante também o Prêmio Nacional da Gestão Pública, que dentro desse contexto da Qualidade Total, premia os melhores resultados obtidos na gestão pública.

IV - SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE: FOCO NOS REQUISITOS DA ISO 9000:2008
Cplto 4
Embora a premissa de que "qualidade é o grau de satisfação de requisitos do cliente" não seja verdadeira na minha opinião, o capítulo é interessante pra gente conhecer um pouco sobre a norma em que se basea. Porque eu acho que não é verdadeira? Com o perdão do "jargão xulo":tem tanto "lixo" (..agora preciso do perdão dos verdadeiros profissionais de marketing, eles sabem o porquê) que satisfaz clientes. As vezes as espectativas dos clientes não são passíveis de ser mensuradas em requisitos a serem atendidos, são subjetivas. As empresas que entenderam isso através de estudos do "comportamento do consumidor" colheram bons frutos. Não vou entrar no âmbito da questão, estou só anotando o que eu lí do livro, sem falsa modéstia, desculpo o autor porque esse é um conceito qualidade é um conceito mais amplamente abordado em marketing e o enfoque do livro é qualidade total e gestão de processos. De repente, para o cliente interno de processos isso pode ser verdadeiro em uma gama considerável das situações em que vivemos no cotidiano.

Bom, o autor começa com uma intrudução a norma, que é uma família de normas, quais sejam:
NBR ISO 9000 "estabelece terminologias dos sitemas envolvidos e descrevem os fundamentos que amparam a gestão da qualidade"
NBR ISO 9001 - parâmetros de requisitos do cliente e de capacidade produtiva para tal.
NBR ISO 9004 - Kaizen, ou seja, melhoria contínua
NBR ISO 19011:2002 - Diretrizes para auditorias no sistema de gestão da qualidade ambiental.
Diz que sua origem é de berço militar,fala da estrutura das normas ( que coloquei acima na frente delas).
Os requisitos básicos estão fundamentados no PDCA escrito, ou documentado atrelado ao concieto de melhoria contínua (kaizem).
Outro requisito, é o Manual da Qualidade e Exclusões, que é uma especificação do sistema de gestão da qualidade com que a organização adotou e está comprometida. Deve permear todos os níveis organizacionais tratando adequadamente seu escopo. O próprio manual tem que ter atender uma padronização que são tratados durante o capítulo:
Requisitos Gerais
Generalidade
Manual de Qualidade
Compromentimento da diretção
Foco no cliente
Política da qualidade
Objetivos da qualidade
Responsabilidade e autoridade
Representante da direção
Cmunicação interna
Análise crítica pela direção
Provisção de recursos
Infra estrutura
Ambiente de trabalho
Medição e análise e melhoria
Medição e monitormamento de processsos
Medição e monitoramento de produtos
Melhoria contínua


Cplto 5
Análise, Modelagem e Documentação de Processos

Bom, como já escrevi alguma coisa que lí sobre Gestão por processos o que é básico e repetitivo nem vou citar.
O que é interessante foi o relevar o tema Padronização versus Flexibilidade.
O autor colocou um gráfico "lindo", mas ainda teórico:

|eixo da AUTORIDADE E PODER PARA C-R-I-A-R REGRAS
|
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|BUROCRACIA------------------------------AMBIENTE FAVORÁVEL (FLEXÍVEL)
|
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|
| CAOS--------------------------------------------------ANARQUIA
|___________________________________________________-
eixo da AUTORIDADE E PODER PARA M-U-D-A-R REGRAS

Não sou estudioso da qualidade total, nem tenho experiência prática, admito, mas sempre achei que não se deve padronizar tarefas, porque cada um faz de um jeito um faz melhor que o outro mesmo, o conceito de eficiencia e eficácia é que deve ser considerado e uma padronização da tarefa, pra mim, não acho que é interessante, a menos que seja uma tarefa que não envolva muito repetitiva e que nenhum senso de criativida seja útil. Particularmente eu acho que tarefas assim estão sendo feita, no momento, por máquinas. Mas voltando, o quadro é lindo, mas a qualidade total dá uma responsta "padronizada" ou pelo menos métodos ou indicadores de como chegar a esse equilíbrio? Particularmente, creio que nem mesmo Gestão por processos fornece a responsta, isso é uma questão mais ampla que não vou também entrar no cerne delas agora.

O autor foi sábio em tratar de identificação, classificação de processos, de sua importância e de hierarquia de processos. Só que a questão da hirarquia de processos para o autor aqui não é somente uma questão de macro processos e sub processos. O autor coloca numa lógica de "pensamento sistêmco" de onde se origina a ideia de macro processos para grupos, processos para times e tarefas para indivíduos.
Muito construtivo também a idéia de "unidades de negócios" ao invés de "Departamentos". Esse talvez possa ser uma saída para a equação: organização funcional X processos = unidades de negócios. Vale a pena estudar, mas a definição fornecida para esse conceito foi: "Unidades de negócio é um conjunto de pessoas, processos e tecnologias que se unem para processar enegera e informações (conhecimento) provenientes da sociedade e gerar prodeutos ou serviços para satisfazer às necessidades dessa socieddade. A aplicação desse conceito na equiação que inventei acima seria a de unidades de negócios dentro da organização.
A norma ISO 9000 exige a documentação dos processos que devem constar nos "Manuais da Qualidade" que pode ter sua estrutura conforme convier aos interessados, mas deve ser de acordo com a hierarqua de processos que o autor definiu, gerando também uma hierarquia da documentação.
Depois o autor trata de modelagem de processos citando ferramentas. Acho que a pouca ou nenhuma ênfase no BPMN é a ênfase operacional.Mas tá lá a técnica de fluxograma ansi, IDEF, UML, cita também PERT/CPM. No final faz um exemplo completo de um procedimento documentado conforme se espera de um manual de qualidade.p.208.

Cpto6 - METODOLOGIA DE MODELAGEM DE PROCESSOS
Bem sistematizado o assunto, em :
análise de requisitos, construção do modelo, análise de processos, simulação, reengenharia, documentação dos resultaods/produtos parcidis e finais, divulgação e gestão dod processso que é o monitoramento. Dá pra aplicar, embora macro processos não seja bem assim. Parece que há uma queda para o lado operacional.

Cptlo 7 - Ferramentas de Modelagem e Gestão do Processo de Negócio
Eu sempre tive uma tese, que, a meu ver, foi suportada neste capítulo. Primeira: devemos, pelo menos por enquanto, usar BPMN para fazer a notação da modelagem de nossos processos porque assim podemos executá-lo em um servidor.
De acordo com quadro comparativo das ferramentas, apresentado pelo autor da obra, a única ferramenta que possibilita "execução do fluxo" é a única que suporta BPMN. Penso que isso é o mais importante pois com uns poucos processos mapeados já surge a necessidade de automatizar algumas funcionalidades com vistas a "dominar" a complexidade que seus "relacionamentos" criam.
Sinceramente, faltou várias ferramentas interessantes dentre as quais destaco as da Jboss que são livres e viabilizam a execução do fluxo (automação) e também as ferramentas Intalio que, aparentemente, está um pouco mais madura. Tem também desenhadores (QUE NÃO TESTEI AINDA) do netbeans, que como as primeiras que citei, também é livre e open source.

cplto 8
Avaliação de desenpenho e Indicadores
Apesar da introdução altamente filosófica, eis o que achei mais interessante:
Os indicadores pode ser dos seguintes tipos:
Controle antecipado - o que se prevê antes da execução do process
Controle concorrente - interessam mesmo durante o processo
Controle de feedback - indicadores finais (vendas anuais, por exemplo)
Vale ressaltar que indicadores relativos a organização como um todo estão ligados aos objetivos e metas organizacionais, abordados em administração estratégica. O autor cita BSC - Balanced Scored Card.
O autor relaciona os indicadores ao níveis organizacionais: Estratégicos, Gerência, Operacionais. Os primeiros refletem decisões estratégias, os segundos, indicadores de apoio às decisões os terceiros de apoio a decisões operacionais e desenpenho das operacões.
Tem um quadro legal de "Formulário de Detalhamento de Indicadores" que é tipo um RG do identificador.
Poderiam ter esbarrado, pelo menos, em números índices, técnica muito utilizada para construção de indicadores.